sábado, 25 de fevereiro de 2017

MARCHINHAS RIDICULARIZAM COXINHAS MILITONTOS, MIDIOTAS E NAZI-DOIDOS GOLPISTAS


“Otário, coxinha, caiu no conto da carochinha. Coxinha, otário, caiu no conto do vigário.” canta marchinha de carnaval




Em época de carnaval, nosso povo, sempre criativo vem lançando em todo país varias marchas carnavalesca,  ridicularizando os “paneleiros” que protestaram a favor do golpe. Escute essa  aí, logo abaixo:




O 'FORA TEMER', PUXADO PELAS MULTIDÕES QUE LOTARAM AS RUAS DEIXOU CLARO QUE O POVO BRASILEIRO NÃO ACEITA O USURPADOR PRESIDENTE DO BRASIL 



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MILITONTO


E olha que o MBL e seus congêneres do “Vem pra Rua, “Revoltados Online”, “Muda Brasil” e suas trupes militontas, que não se mobilizaram contra a nomeação de vários ministros delatados na Lava a Jato e não se indignaram com a indicação de um “Ministro”, acusado de corrupção, se tornar “juiz anticorrupção” no STF, mas irão às ruas no dia 26 de março para defender o fim das aposentadorias, a manutenção da quadrilha golpista que deixou 24,3 milhões de pessoas desempregadas em 2016, o aumento da taxação dos aposentados em Mato Grosso e a proteção ao agronegócio que envenena nossas floras, nossas faunas e nossas vidas. Enfim, pode ser vergonhoso, patético, atordoador, muito doido, maluco, estúpido, mas, em resumo, militonto é isso!



Por Antonio Cavalcante Filho 




Na última semana, falei, neste espaço, sobre midiotas em suas duas principais vertentes: o ativo, que busca na mídia corporativa burguesa (jornais, revistas, rádios e televisão controlados pelo grande capital), suas principais fontes de informações para formatar o seu convencimento, e depois repassa para a massa já atordoada pelos meios de comunicação golpistas as suas “verdades”.

Mas, abaixo destes, na “escala coxinha” (pois existem muitas e muitas escalas inferiores), está o midiota passivo, o “inocente útil”, o mais beócio e “pobre” de todos, o mais tonto, o que “acha que sabe” só porque assistiu ou leu (quando lê), os “informes” dos jornalões corporativos ou blogs regionais alienantes que se prestam a ser anestesiadores do pensamento, despolitizadores da população, repassadores dos valores de uma classe dominante semi feudal e escravocrata, que distorcem ou acobertam os principais problemas do nosso país e promovem as grandes corporações em detrimento das empresas nacionais.

Me permito essa liberdade de criação de palavras porque a língua de um povo é algo vivo, que sofre as inflexões das razões e emoções humanas, é aquilo que defini como sendo uma evidência darwiniana. A capacidade de inovar na comunicação, na alteração e ressignificação dos signos linguísticos nos faz melhores e mais capazes dos enfrentamentos que a evolução humana recomenda.

O professor Milton Bennett, do Instituto de Comunicação Intercultural de Portland (Oregon, EUA), em seu artigo Intermural Comunicativo (A Surrento Perspective, 1993), conceitua dois tipos de cultura: a cultura objetiva e a cultura subjetiva.

Por Cultura Objetiva entende-se as manifestações produzidas pela sociedade, seja na literatura, na música, ciência, arte, e inclusive na linguagem. Já a Cultura Subjetiva são as manifestações abstratas, como os valores, as crenças e o uso efetivo da língua (comunicação).

Pois bem.

O “militonto”, tema deste texto, é a aglutinação da palavra “militante” com a palavra “tonto”. Segundo os dicionários, militante vem de militantia, do latim militans, particípio de militare, ou “servir como soldado”, de miles que significa “soldado”. Originalmente, o uso do termo militante era eclesiástico, para se referir a um “militante da Igreja”. Já a palavra “tonto”, entre tantos outros significados, pode ser grogue, atordoado, bobo, doido, maluco, beócio, estúpido, abobalhado, doidivana, apatetado, confuso, imbecil, e por aí vai.

Ao discorrer sobre este tema, dou razão (e vazão) ao título do artigo semanal, e mais uma vez vou alertando que não sou o dono ou criador do termo “militonto”, apenas trago a ressignificação da palavra e a sua aplicabilidade nos fenômenos humanos que vejo e vivencio.

Inauguro a seara de exemplos trazendo o miltonto padrão, a doidivana, que desconhecendo a história do nosso país, as suas relações internacionais, o fluxo migratório e a representação das bandeiras, como no caso vexatório da ativista do MBL (Movimento Brasil Livre) que confundiu a bandeira do Japão com a bandeira do “Brasil comunista”.

Chegou a ser patético a maluquice de um grupo de alienados que, em meados de novembro do ano passado, invadiu o Congresso Nacional para defender o golpe militar, chamado por eles de "intervenção". Era um grupo de 500 militontos do tipo apatetado, que foram recepcionados pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, a quem os malucos, em coro, conclamavam: “Somos todos Cunha”, ou, ainda mais estúpido: "Cunha é Bandido, Mas é Nosso Amigo".

Após o deprimente espetáculo, a militonta Rosangela Elisabeth Muller quis chamar a atenção nas redes sociais e publicou um vídeo em que aparece questionando o que seria a “nova” bandeira nacional. Na verdade, a militonta do MBL estava diante da bandeira do Japão, estilizada de bandeira brasileira em homenagem ao aniversário do início da migração japonesa no Brasil. Mas, para a militonta imbecil, que acha que comunismo é coisa do diabo, a bandeira do Japão lhe pareceu uma enorme ameaça.

Mlitonto é assim, recebe uma informação, e por mais equivocada que seja, não se preocupa em questionar, apenas segue seus comandantes caninamente, nem que “pague micos” rotineiros. O militonto não é agressivo, não oferece risco, mas enche a paciência da gente com suas teses absurdamente abobalhada. Defende o fim da previdência porque existem rombos nas contas sem se atentar o imbecil para os números e a arrecadação e, menos ainda, para a finalidade do estado do bem-estar social.

Do mesmo modo que aparece, o militonto some. Lembremos que um deles, bem famoso, que já foi cantor e compositor “revolucionário”, conhecido também como escritor. Falo do artista Lobão. Em que pese o seu passado, aderiu a tática militontista de grogue confuso. Há alguns meses, descontente com uma decisão do ministro Teori Zavascki, do STF, divulgou o endereço residencial deste e de seus familiares. Isso permitiu que os mesmos viessem a sofrer assédio do MBL num protesto militonto estúpido.

Após a morte de Teori, Lobão e os bobos militontos do MBL se calaram.

Para não dizer que não falei das flores, apresento-lhes o militonto da pseuda esquerda, que é o que deseja a unidade da esquerda e das forças progressistas, mas isso seria apenas apoiar um ou outro governo. Lembro que em Cuiabá, em 2016, a eleição tinha dois reacionários de dois partidos golpistas na disputa do segundo turno, Emanuel e Wilson Santos. Alguns apoiaram Emanuel argumentando que a suplência a deputado estadual lhes renderia uma vaga para um político de “esquerda”.

Só que não. O “escolhido”, que herdou a cadeira de deputado, já participa de atos públicos do governo golpista do PSDB.

E, finalizando, já que falo de militonto e mencionei a palavra PSDB, estico um pouco o assunto para buscar Pedro Taques, o homem que quase dobrou a verba de gastos com propaganda. Silval torrou R$ 40 milhões e Taques “investiu” R$ 70 milhões.

Mesmo com o Estado arrecadando cada vez mais, com ampliação do orçamento, o governador fala com os presidentes dos Poderes, mostra o cenário fiscal atual de Mato Grosso e garante: vai congelar o salário dos servidores por 10 anos.

Mesmo com todos os alertas de que isso vai engessar o estado, sufocar as cidades, gerar recessão e afastar investimentos, nada e nem ninguém consegue demovê-lo da ideia. Ele bem que tentou privatizar a educação, mas a reação da sociedade impediu. Agora, ele recebeu um projeto de “reforma” tributária feita por empresas e vai impor goela abaixo, com a aprovação de uma assembleia tão servil como na “Era Riva”.

E olha que o MBL e seus congêneres do “Vem pra Rua, “Revoltados Online”, “Muda Brasil” e suas trupes militontas, que não se mobilizaram contra a nomeação de vários ministros delatados na Lava a Jato e não se indignaram com a indicação de um “Ministro”, acusado de corrupção, se tornar “juiz anticorrupção” no STF, mas irão às ruas no dia 26 de março para defender o fim das aposentadorias, a manutenção da quadrilha golpista que deixou 24,3 milhões de pessoas desempregadas em 2016, o aumento da taxação dos aposentados em Mato Grosso e a proteção ao agronegócio que envenena nossas floras, nossas faunas e nossas vidas.

Enfim, pode ser vergonhoso, patético, atordoador, muito doido, maluco, estúpido, mas, em resumo, militonto é isso!

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas feiras neste Blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

Fonte RD News


Marchinha do Temer vai cair

"Ei, você aí. O Temer vai cair. O Temer vai cair. É golpista, é ladrão. Ele jamais ganharia a eleição. Ele é vampiro de capa de gibi. O Temer, Temer, Temer. O Temer vai cair", diz a letra da marchinha, que tem Gregorio Duvivier entre os criadores; assista:


 


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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Moraes no STF: despudor e desfaçatez do regime de exceção


É um jogo jogado, uma carreira corrida com o resultado conhecido de antemão. É um mero teatro legislativo para dar aparência de legalidade para a “solução Michel” no STF – o acordão PMDB/PSDB para abortar a Lava Jato. Com o rito farsesco, o regime de exceção recobre o ato de nomeação do plagiador Alexandre Moraes com o verniz da falsa legitimidade e da aparente “normalidade institucional”


A farsa da nomeação do Alexandre Moraes para o STF traduz o estágio avançado do despudor, da desfaçatez e da podridão que domina a política brasileira 


Carta Maior

Por Jeferson Miola

O plagiador tucano Alexandre de Moraes preenche somente dois dos quatro requisitos constitucionais para ser juiz do STF: [1] é cidadão brasileiro, e [2] está na faixa etária de “mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade” [CF, art. 101].

Moraes não possui, todavia, os dois predicados substantivos exigidos pela Constituição: [1] falta-lhe notável saber jurídico, com autoria genuína [não plagiada], bem além de simples cartilhas, fascículos e manuais para concursos considerada como “obra jurídica”; e, [2] como plagiador de obras alheias e uma carreira manchada por favorecimentos e direcionamentos políticos, ele não possui reputação ilibada.

Por essa razão, o trâmite acelerado no Senado – a sabatina na CCJ e a aprovação no plenário em menos de 24 horas – não passou de uma farsa para cumprir o rito da sua aprovação “pela maioria absoluta do Senado”, como define o parágrafo único do artigo 101 da Constituição.

Qualquer pessoa que fosse indicada pelo usurpador Temer para o cargo, mesmo um bolsista do MBL do Instituto de Direito Público do Gilmar Mendes, seria aprovado, porque os golpistas perderam o pudor e o temor de fazer o que bem entendem.

É um jogo jogado, uma carreira corrida com o resultado conhecido de antemão. É um mero teatro legislativo para dar aparência de legalidade para a “solução Michel” no STF – o acordão PMDB/PSDB para abortar a Lava Jato. Com o rito farsesco, o regime de exceção recobre o ato de nomeação do plagiador Alexandre Moraes com o verniz da falsa legitimidade e da aparente “normalidade institucional”.

O golpe de Estado não se encerrou em 31 de agosto de 2016 com a deposição definitiva da presidente Dilma depois da aprovação do impeachment fraudulento pelo Senado. O golpe segue sendo perpetrado constantemente com a agenda de ataques à Constituição, retrocessos sociais, destruição da engenharia e da tecnologia nacional e entrega da soberania do país.

Em nove meses, os golpistas aprovaram no Congresso todas as medidas anti-nação e anti-povo exigidas pelo mercado e grupos estrangeiros, mesmo que inconstitucionais, como o congelamento por vinte anos dos gastos primários. Nos próximos meses, aprovarão sem piedade outras medidas que agridem brutalmente as conquistas históricas dos trabalhadores, como a reforma trabalhista e a previdenciária.

Por esse motivo o senador Humberto Costa [PT/PE] se equivocou redondamente na entrevista ao lixo da revista Veja [sic] ao defender que se deveria “virar esta página” porque “não dá para ficar só no discurso do golpe”.

A farsa da nomeação do Alexandre Moraes para o STF traduz o estágio avançado do despudor, da desfaçatez e da podridão que domina a política brasileira e evidencia, além disso, os limites da atuação parlamentar da oposição num Congresso ilegítimo que faz o jogo de cartas marcadas do golpe, independentemente de qualquer racionalidade.

É hora, por isso, de se repensar as estratégias de resistência e de enfrentamento ao golpe e ao regime de exceção. Não para “virar esta página”, como defende o equivocado senador petista, mas para se inventar formas diferentes de denúncia, combate e deslegitimação do golpe e do regime de exceção, e acumular forças na sociedade para a eleição de Lula em 2018.

É de se avaliar, por exemplo, se deputados/as e senadores/as da oposição devem continuar participando normalmente das comissões e votações do Congresso, emprestando assim legitimidade para um processo legislativo viciado, do qual se conhece por antecipação o resultado, que é a agenda do golpe, e cujo aprofundamento seguirá em breve com as reformas trabalhista e previdenciária.

O bolo do golpe não pode ficar enfeitado com a cereja da legitimidade da bancada de oposição; bancada que se notabiliza, na maioria, por uma atuação heróica na resistência democrática e no enfrentamento à oligarquia golpista.

Carta Maior


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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Moraes confirma que está tudo bem na orgia do governo Temer


O que foi a sabatina de Alexandre de Moraes senão uma orgia em que a imensa maioria que estava naquela sala saiu satisfeito com o que deu e recebeu? A excelente foto de Dida Sampaio, que você vê acima, é mais obscena que “Calígula” ou qualquer clássico pornô nacional, como “A Menina e o Cavalo” ou as comédias com Nuno Leal Maia. 


A fantástica foto pornográfica de Dida Sampaio na sabatina


Em sua honestidade, candura e excesso de educação e escrúpulos, Romero Jucá definiu perfeitamente o atual momento político do Brasil ao dizer que é uma “suruba”.

Quem haveria (“haverão”, segundo o ministro da Educação) de negar?

O que foi a sabatina de Alexandre de Moraes senão uma orgia em que a imensa maioria que estava naquela sala saiu satisfeito com o que deu e recebeu?

A excelente foto de Dida Sampaio, que você vê acima, é mais obscena que “Calígula” ou qualquer clássico pornô nacional, como “A Menina e o Cavalo” ou as comédias com Nuno Leal Maia.

O que iniciou na chalana Champagne, o love boat de um senador ex-sócio de Carlinhos Cachoeira, Wilder Morais, termina numa pletora de alegria, como cantou Caetano Veloso.

Os senadores fingiam que perguntavam, Moraes fingia que respondia e um abraço. Nada sobre os plágios, nada sobre o PCC, nada sobre nada. Um passeio.

Jucá vai se firmando como o cronista definitivo destes tempos. Quem precisa de um Silvio Romero, de um Gilberto Freyre, de um Sérgio Buarque de Hollanda, de um Raymundo Faoro, quando tem um Jucá?

O roteiro que traçou no vazamento de sua conversa com Sérgio Machado é de rara sensibilidade e visão. Tudo vai se confirmando.

Lembre-se:

Jucá: Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. (…) Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.

Machado: Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel.

Jucá: Só o Renan que está contra essa porra. ‘Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha’. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.

Machado: É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.

Jucá: Com o Supremo, com tudo.

Machado: Com tudo, aí parava tudo.

Jucá: É. Delimitava onde está, pronto.
Diante disso, por que alguém se espantaria diante de um fulgurante encontro de surubeiros transmitido ao vivo na GloboNews? Ora. Se você entrou nessa brincadeira, ainda que involuntariamente, tem que saber que ninguém é de ninguém.



Saiba mais


UM QUADRO PARA IMORTALIZAR NOSSA VERGONHA





Leia Mais:

A perplexidade da imprensa internacional com a nomeação de Moraes para o STF

O Cafezinho

Ministro acusado de corrupção se torna juiz anticorrupção… É a perplexa manchete do Liberación, um dos principais jornais da França. 

Isso é Brasil, filhos. 

Talvez agora vocês, mes amis, entendam o tipo de golpe que houve aqui. 

Foi sujo, muito sujo.


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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Temer tem seis ministros delatados. Quem aposta em mais?


Se Janot pedir a suspensão do sigilo dos 77 depoimentos da delação da empreiteira, o estrondo será grande. Além de Temer, de seis ou mais ministros, a lista da Odebrecht conterá mais de uma centena de nomes, incluindo Renan e Jucá, governadores e dezenas de parlamentares da base governista. 




Passado o carnaval, no início de março o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve pedir e o ministro relator no STF Luiz Fachin deve autorizar o fim do sigilo sobre as delações da Odebrecht. Total ou parcialmente. Teori Zavascki pretendia fazer isso em fevereiro. Com sua morte, todos “ganharam algum tempo”, como previu Eliseu Padilha. Até lá, estará aberto um “bolão de apostas” que circula na Esplanada sobre quantos ministros de Temer serão delatados. Até agora são conhecidos seis: Padilha (Casa Civil/PMDB), Moreira Franco (Secretaria Geral/PMDB), José Serra (Relações Exteriores/PSDB), Bruno Araújo (Cidades/PSDB), Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia e Comunicações/PSD) e Marcos Pereira (MDIC/PRB), o último de que se tem notícia.

Como Temer já declarou que afastará provisoriamente os ministros que forem citados (e definitivamente só se virarem réus, o que jamais acontecerá dentro de seu mandato), o “ministério dos delatados”, com esta meia dúzia, será uma apêndice do governo. Afastados provisoriamente, eles continuarão sendo ministros. As pastas devem ser tocadas por interinos, geralmente os secretários-executivos. Continuarão recebendo salários e manterão o foro especial do STF. Com o salário atual do ministro de Estado fixado em R$ 30.934,70, o governo gastará R$ 185.608,20 mensais só com estes seis, caso Temer tenha de afastá-los após as delações e consequentes denúncias. As apostas no “bolão”, entretanto, são em número maior de encalacrados.

O mais novo delatado, Marcos Pereira, segundo os executivos Alexandrino Cunha e Fernando Cunha, recebeu R$ 7 milhões da Odebrecht em 2014 para campanhas do PRB. Segundo o ministro, para a campanha do atual prefeito do Rio, Marcelo Crivella, a governador. Padilha foi acusado por Claudio Mello Filho de atuar como preposto de Michel Temer no recebimento de recursos para o PMDB. Inclusive de parte dos R$ 10 milhões que Temer pediu a Marcelo Odebrecht em pleno Jaburu. Moreira Franco, segundo o mesmo delator, recebeu recursos relacionados com a reforma dos aeroportos em 2013/14, quando era ministros da Aviação Civil. José Serra, segundo os executivos Carlos Armando Paschoal e Pedro Novis, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira para sua campanha a presidente em 2010. Kassab, disse o delator Paulo Cezena, recebeu R$14 milhões da Odebrecht entre 2013 e 2014. Claudio Mello Filho afirmou que a empresa ajudou Bruno Araujo mas não citou os valores.

Se Janot pedir a suspensão do sigilo dos 77 depoimentos da delação da empreiteira, o estrondo será grande. Além de Temer, de seis ou mais ministros, a lista da Odebrecht conterá mais de uma centena de nomes, incluindo Renan e Jucá, governadores e dezenas de parlamentares da base governista.

O mais provável é que o procurador-geral alegue a necessidade de investigações complementares para não pedir a desinterdição de todos os depoimentos. Mais uma vez, teremos a exposição seletiva, ainda que com uma desculpa fundamentada. A não ser que Fachin resolva tomar a iniciativa de escancarar as delações. 

Fonte Brasil 247


VAMOS NOS LEVANTAR E LUTAR

DEPOIS DO GOLPE MIDIÁTICO, JUDICIAL E PARLAMENTAR, FRUTO DE UMA CONSPIRAÇÃO DE BANDIDOS, COM O APOIO MASSIVO DE COXINHAS MIDIOTAS E NAZI-DOIDOS, EU VENHO ME PERGUNTANDO..


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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O QUE É UM COXINHA MIDIOTA?



SE OS MIDIOTAS NÃO SABEM QUE SÃO COXINHAS, NEM OS COXINHAS PERCEBEM QUE SÃO MIDIOTAS, ENTÃO, NÃO SABEM NADA! A IGNORÂNCIA POLÍTICA ENTRE ELES É TAMANHA, QUE É POSSÍVEL QUE SEQUER TENHAM NOÇÃO DE QUE SÃO GOLPISTAS!


O coxinha é um militonto tão midiotIzado, ao ponto de acreditar piamente na falácia capitalista, que, se uma pessoa parar de reclamar, acordar cedo e trabalhar duro, ela pode se tornar mais um bilionário entre os oitos mais ricos do mundo 


 

domingo, 19 de fevereiro de 2017

MIDIOTA


Existe o midiota ativo e o midiota passivo. Este último recebe informações de programas televisivos “boca de lixo”, que repetem jargões discriminatórios e que atacam as minorias (índios, negros, sem-terra, estrangeiros, etc.). Se não eram apenas midiotas, ativos ou passivos, os “anticorruptos” de verde e amarelo, que antes batiam panelas contra o governo Dilma, se hoje os mesmos se calam contra os acusados do governo Temer? Isso prova que os coxinhas são tão somente analfabetos políticos, pessoas carentes de inteligência, de discernimento, que são apenas tolos, ignorantes, estúpidos; em suma: midiota.



Por Antonio Cavalcante Filho 




A língua é um dos exemplos de que as mudanças ocorrem em nossa vida o tempo todo. As transformações acontecem e são vistas nas paisagens das ruas, nos prédios de grandes instituições, na linguagem dos sermões religiosos, nas palestras dos cientistas, nos discursos dos políticos e advogados...

Para o filósofo estadunidense, Daniel Cloud, pode-se entender a linguagem humana como os nossos cachorros e gatos, pois do mesmo modo que domesticamos os animais e selecionamos suas características para que se tornem bichos de estimação, escolhemos as palavras para que as línguas sejam exatamente o que queremos.

Na França, existem centenas de queijos, das mais variadas cores, diferentes sabores, misturas de produtos em sua formação, mas todas essas variedades de alimentos têm uma mesma qualidade: são conhecidas como queijo. Daniel Cloud entende que os conceitos do naturalista britânico, Charles Darwin (1809-1892), governam a origem e desenvolvimento de nossa linguagem, e a palavra (escrita e falada) se revela em mais uma ferramenta que nos ajuda a ter sucesso no ambiente em que vivemos.

Há alguns anos, quando percorria alguns Estados do Brasil, junto com militantes do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), e diversas cidades aqui de Mato Grosso, na busca de assinaturas para subscrever projeto e propor a Lei da Ficha-Limpa, me deparei com um fenômeno. O fato de a sociedade desejar candidato Ficha Limpa estava levando as raposas da politicalha a criarem formas de se manterem no poder por meio de interpostas pessoas (candidatos laranjas).

Era o caso do ex-tudo na política (senador, governador, prefeito) que, desgastado por escândalos e pelos processos judiciais que vinham trazendo condenação, resolve lançar a esposa (recatada e do lar) para sucessão na política. E consegue. Tal como o outro coronel, acossado por centenas de processos, de acusações das mais diversas, de “maus tratos” com a coisa pública. Emparedado, resolve lançar o genro e a filha para darem sequência ao reinado.

A esses “sucessores” de políticos ficha-suja, a esposa, o genro e a filha, dei classificações de ficha-encardida, ficha mal-lavada e ficha-desbotada, porque poderiam até não ter uma condenação a que lhe impedissem o registro de candidatos, mas também não eram ficha-limpa. Muitos perguntavam o que era o ficha-encardida, o mal-lavada, ou o desbotada, e eu explicava os conceitos, com prazer. Os eleitores entenderam, alguns herdeiros de ficha-suja foram expurgados da política, por falta de votos e abundância de consciência política da cidadania, mas outros ainda foram exitosos, prova de que precisamos evoluir muito.

Ultimamente, venho usando um termo que não é meu, mas que ajudo a popularizar, porque acredito ser pertinente para a época em que vivemos, mas o faço harmonizando com as teorias darwinianas, buscando melhorar a significação e a ressignificação do termo atualíssimo do pós-verdade: midiota.

É a corruptela de dois signos: mídia e idiota.

Segundo especialistas, a mídia é constituída pela indústria de comunicação, os profissionais interligados a ela, os sistemas de transmissão de rádio e televisão, jornais e revistas, internet, e outros canais de comunicação menos tradicionais (redes sociais).

Já a palavra “idiota” dispensa maiores apresentações. Trata-se de adjetivo e substantivo de dois gêneros, e de acordo com os dicionários é a pessoa que carece de inteligência, de discernimento; em suma: tolo, ignorante, estúpido. E pasmem: pode ser uma pessoa pretensiosa, vaidosa, tola.

O midiota é aquela pessoa que busca se informar pelos mesmos meios de comunicação de sempre, mídia tradicional, em que as opiniões e os editoriais geralmente defendem o interesse dos poderosos, da plutocracia e do sistema escravagista. O midiota não varia suas fontes, não lê livros, não busca formar a sua opinião após ler e ouvir os argumentos diversificados, costuma repetir o que diz o seu pastor sem quaisquer questionamentos. Por vezes, repete valores cristãos, mas jamais oferece auxílio a um drogadito, acha que as mulheres devem receber salários inferiores, e acredita ser “normal” que uma pessoa gaste no restaurante, no almoço, o que o garçom recebe em um mês de salário.

O grande defensor do status quo é exatamente o midiota.

Existe o midiota ativo e o midiota passivo. Este último recebe informações de programas televisivos “boca de lixo”, que repetem jargões discriminatórios e que atacam as minorias (índios, negros, sem-terra, estrangeiros, etc.). Detesta a pessoa que não é de sua religião, e nem reconhece aquela que faz a opção de não professar nenhuma igreja. Em resumo, o midiota passivo é aquele que recebe a “doutrina” feita por pessoas desqualificadas, assume como verdade, e as defende com unhas e dentes. Vários destes vibraram com a queda da presidenta Dilma, por suposta irregularidade na gestão, e agora se veem acuados com um governo golpista que solapa os direitos sociais todos os dias.

O midiota ativo é um capítulo à parte.

Para entendê-lo (e tentar explicar sua existência), recordo-me de um jornalista que trabalha em diversas mídias tradicionais, o qual eu costumava ler, ainda que em tom crítico. Numa tarde de domingo, ele publica em rede social que estava muito bravo com o Programa do Faustão (Rede Globo) pelas “atrações” que apresentava naquele dia.

Perguntei-me: eu leio esse cara? Ele escreve para jornais, as pessoas o reproduzem? Mas ele usa o tempo livre para ver esse tipo de lixo na televisão? Será que ele não tem melhores opções, tais como namorar, brincar com filhos, sobrinhos, jogar futebol, ler um livro, ou tomar uma “breja”? Será que se abebera desse lixo de informação para escrever seus textos?

Esse é o perfeito midiota ativo. O que é mal-formado (intelectual e moralmente), e tal qual um “capitão do mato” usa seus textos e falas para ampliar a discriminação contra empobrecidos e populações vulneráveis. Suas “fontes” são mídias do tipo Globo, Veja, Estadão, Folha e outras “vendedoras de opinião”. É desse jeito que se cria um midiota ativo, e que dissemina informações para criar midiotas passivos.

Se não eram apenas midiotas, ativos ou passivos, os “anticorruptos” de verde e amarelo, que antes batiam panelas contra o governo Dilma, se hoje os mesmos se calam contra os acusados do governo Temer? Se não são midiotas, por que não fazem panelaço e passeatas com bonecos infláveis vestidos de presidiários para combater a pobreza, as desigualdades sociais, os cortes de recursos para saúde, educação, contra a entrega das nossas riquezas às multinacionais e contra o roubo de direitos dos trabalhadores? Isso prova que os coxinhas são tão somente analfabetos políticos, pessoas carentes de inteligência, de discernimento, que são apenas tolos, ignorantes, estúpidos; em suma: midiota.

É triste, mas é assim!

Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas feiras neste Blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com

Fonte RD News 


ATENÇÃO COXINHA! ESTE TESTE É PARA VOCÊ:


Teste de Inteligência para midiotas. Se você se acha muito inteligente e que a sua capacidade de raciocínio está acima da média dos coxinhas, então tente resolver esse teste de conhecimentos .