quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Destaques da Campanha da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas


POR ELEIÇÕES LIMPAS E DEMOCRÁTICAS 

Acredite, sua assinatura pode mudar o Brasil. Acesse www.eleicoeslimpas.org.br - assine e compartilhe!



MCCE Nacional 

 

A Coalizão:

É resultado de uma ação conjunta das entidades, que no dia 28 de agosto de 2013, em reunião na CNBB, aprovaram o manifesto e a proposta de projeto de lei de iniciativa popular, que tem como finalidade desencadear uma campanha cívica, unificada e solidária, pela efetivação de imediata Reforma Política. 

A Coalizão reúne 43 entidades da sociedade civil, que entraram em consenso em favor de uma única proposta de Reforma Política. Entre as entidades incluem-se a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), o MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político, a Frente Parlamentar pela Reforma Política com participação popular, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), a União Nacional dos Estudantes (UNE), dentre outras[1]. 

No dia 3 de setembro de 2013, várias organizações da sociedade civil e parlamentares realizaram, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, ato público de constituição da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, que expressa a unificação dos esforços e das propostas dessas organizações na realização de uma reforma política que corrija as graves distorções do sistema político brasileiro.

Principais pontos da proposta:

1. Instauração do financiamento público para as campanhas eleitorais; 

2. Proibição de financiamento eleitoral por pessoas jurídicas; 

3. Permissão de contribuição individual obedecendo ao teto de setecentos reais por eleitor e não ultrapassando o limite de 40 % dos recursos públicos recebidos pelo partido destinados às eleições; 

4. Extinção do sistema de voto dado ao candidato individualmente, como hoje é adotado para as eleições de vereador, deputado estadual e federal e, em seu lugar, 

5. Adoção do sistema eleitoral do voto dado em listas pré-ordenadas, democraticamente formadas pelos partidos e submetidas a dois turnos de votação, constituindo o sistema denominado “voto transparente”, pelo qual o eleitor inicialmente vota no partido e posteriormente escolhe individualmente um dos nomes da lista; 

6. Garantia da alternância de gênero nas listas mencionadas no item anterior; 

7. Regulamentação dos instrumentos da Democracia Direta ou Democracia Participativa, previstos no art. 14 da Constituição, de modo a permitir sua efetividade, reduzindo-se as exigências para a sua realização, ampliando-se o rol dos órgãos legitimados para iniciativa de sua convocação, aumentando-se a lista de matérias que podem deles ser objeto, assegurando-se financiamento público na sua realização e se estabelecendo regime especial de urgência na tramitação no Congresso; 

8. Modificação da legislação para fortalecer os partidos, para democratizar suas instâncias decisórias especialmente na formação das listas pré-ordenadas, para impor programas partidários efetivos e vinculantes, para assegurar a fidelidade partidária, para considerar o mandato como pertencente ao partido e não ao mandatário; 

9. Criação de instrumentos eficazes voltados aos segmentos sub-representados da população, exemplificativamente afrodescendentes e indígenas, com o objetivo de estimular sua maior participação nas instâncias políticas e partidárias; 

10. Previsão de instrumentos eficazes para assegurar o amplo acesso aos meios de comunicação e impedir que propaganda eleitoral ilícita, direta ou indireta, interfira no equilíbrio do pleito, bem como garantias do pleno direito de resposta e acesso às redes sociais, 

Entrega da Proposta do PL e do manifesto à Presidência da Câmara:

No dia 10 de setembro (terça-feira) a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, integrada por diversas entidades, depois de coletar assinaturas de apoio à campanha de cerca de 130 parlamentares daquela casa, entregaram o PL ao presidente Henrique Eduardo Alves (PMDB - RN). A proposta foi protocolada com o número PL 6316/2013.

O projeto “Reforma Política Democrática e Eleições Limpas”:

O projeto defende a proposta de lei de iniciativa popular para a reforma política. O Projeto de Lei tem como objetivo afastar das eleições o abuso de poder econômico, racionalizar o sistema eleitoral, promover a inclusão política das mulheres e demais grupos subrepresentados e favorecer o uso dos mecanismos da democracia direta.

Mobilização:

A coleta de assinaturas está sendo realizada em coleta presencial (formulário) ou pela internet nos sites da AVAAZ ou Eleições Limpas, que possui homologação automática com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

A Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas conclama, assim como já o fizeram em outros momentos decisivos da vida nacional, o povo brasileiro para que em todo o lugar, no bairro, município, associações, sindicatos, escolas, universidades, organizações profissionais e religiosas, participe desta Campanha tanto os mais jovens como os mais experientes, mulheres e homens, em prol do aperfeiçoamento da Democracia, na defesa de uma REFORMA POLÍTICA DEMOCRÁTICA.

[1] Assinam: Abramppe (Associação Brasileira dos Magistrados Procuradores e Promotores Eleitorais), Aliança Cristã Evangélica Brasileira, Aliança Evangélica, Asbrale/DF (Associação Brasiliense das Empregadas Domésticas), CBJP (Comissão Brasileira de Justiça e Paz), CFESS (Conselho Federal de Serviço Social), CFF (Conselho Federal de Farmácia), CJP/DF (Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília), CNBB (5ª Semana Social Brasileira), CNLB (Conselho Nacional do Laicato do Brasil), CNTE (Confederação dos Trabalhadores em Educação), Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Criscor (Cristãos Contra Corrupção), CSEM (Centro Scalabriniano de estudos migratórios), CTB/DF (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Escola de Fé e Política de Campina Grande/PB, Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas),  IBDCAP (Instituto Brasileiro de direito e controle da administração pública),  IDES (Instituto de Desenvolvimento Sustentável), Igreja Batista em Coqueiral de Recife, Instituto Atuação, Instituto Solidare de Pernambuco , I-UMA (Instituto Universal de Marketing em Agribusiness), MMC (Movimento de Mulheres Camponesas), Movimento Nacional Contra Corrupção e pela Democracia, MPA Brasil (Movimento dos Pequenos Agricultores), MST (Movimentos dos Trabalhadores sem Terra), POM (Pontifícias Obras Missionárias), SINPRO/DF (Sindicato dos Professores no Distrito Federal), SUAS (Sistema único de Assistência social), UBES (União Brasileira dos estudantes secundaristas), UNASUS (União Nacional dos Auditores do Sistema Único de Saúde), UNE (União Nacional dos Estudantes), Via Campesina e Visão Mundial.

Fonte MCCE/Nacional

https://www.facebook.com/antoniocavalcantefilho.cavalcante

Visite a pagina do MCCE-MT
www.mcce-mt.org