Base deve lançar duas candidaturas ao governo e Riva deve ir a disputa para 'minar' oposição
Da Redação - Laura Petraglia
A base aliada do governo de Mato Grosso já está em vias de sacramentar lançamento de duas candidaturas ao Paiaguás. Fontes do Olhar Direto
confirmam que uma delas seria definida entre PMDB e PT, que
permaneceriam juntos no pleito garantindo palanque forte a Dilma
Rousseff (PT) – com a confirmação do médico petista Lúdio Cabral ou do
ex-juiz Julier Sebastião. Já a segunda candidatura seria encabeçada pelo
PSD, que teria como postulante ao cargo de chefe do Executivo, o
deputado Estadual José Riva (PSD), junto a outros partidos considerados
atualmente de aposição.
A estratégia da base aliada seria se dividir agora em duas candidaturas que, separadas, conseguiriam agregar partidos que até então marcham com o senador Pedro Taques (PDT) e que não viriam para o grupo situacionista por conta do palanque obrigatório para a presidente Dilma ou pelo papel de coadjuvante que teriam no bloco, ofuscados pelo peso das candidaturas já definidas para os partidos de maior representatividade, como o PR, por exemplo, que brigou e garantiu a vaga ao Senado. Os planos da situação é levar a disputa para um segundo turno e juntar as duas candidaturas para unir forças contra Taques.
Para se ter um ideia da articulação, Riva dever reunir cerca de 40 prefeitos em uma reunião marcada para hoje. A candidatura do parlamentar ao governo surge como a grande novidade deste pleito, uma vez que anteriormente afirmara repetidas vezes que iria se aposentar da vida pública. A aposentadoria de Riva também era atribuída à sua inelegibilidade, uma vez que pairava contra ele condenação pelo ato de improbidade e mais de 100 processos. O fato é que a defesa do deputado teria encontrado uma brecha que afastaria o fantasma da elegibilidade de vez por meio da tese de que ele não se enquadra em nenhum dos itens da Lei da Ficha Limpa.
A tentativa de lançar uma terceira via e com isso ‘minar’ a candidatura de Pedro Taques não é nova. Em maio, com exclusividade, o Olhar Direto divulgou que Riva e o ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot (PTB), ofereceram ao senador Jayme Campos (DEM) a chance de disputar o governo do Estado contra a situação liderada por PMDB-PT e o grupo oposicionista encabeçado por Pedro Taques (PDT).
À época, Jayme garantiu sua permanência ao lado de Taques. A composição da terceira via naquela época seria encabeçada por Campos, tendo o líder ruralista e presidente da Famato Rui Prado (PSD) como vice e Serys Shlessarenko (PTB) disputando uma vaga para voltar ao Senado.
Na atual composição, porém , Riva seria o candidato ao governo, o PTB indicaria o vice, e um outro partido grande de oposição ficaria com a vaga ao Senado.
A estratégia da base aliada seria se dividir agora em duas candidaturas que, separadas, conseguiriam agregar partidos que até então marcham com o senador Pedro Taques (PDT) e que não viriam para o grupo situacionista por conta do palanque obrigatório para a presidente Dilma ou pelo papel de coadjuvante que teriam no bloco, ofuscados pelo peso das candidaturas já definidas para os partidos de maior representatividade, como o PR, por exemplo, que brigou e garantiu a vaga ao Senado. Os planos da situação é levar a disputa para um segundo turno e juntar as duas candidaturas para unir forças contra Taques.
Para se ter um ideia da articulação, Riva dever reunir cerca de 40 prefeitos em uma reunião marcada para hoje. A candidatura do parlamentar ao governo surge como a grande novidade deste pleito, uma vez que anteriormente afirmara repetidas vezes que iria se aposentar da vida pública. A aposentadoria de Riva também era atribuída à sua inelegibilidade, uma vez que pairava contra ele condenação pelo ato de improbidade e mais de 100 processos. O fato é que a defesa do deputado teria encontrado uma brecha que afastaria o fantasma da elegibilidade de vez por meio da tese de que ele não se enquadra em nenhum dos itens da Lei da Ficha Limpa.
A tentativa de lançar uma terceira via e com isso ‘minar’ a candidatura de Pedro Taques não é nova. Em maio, com exclusividade, o Olhar Direto divulgou que Riva e o ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot (PTB), ofereceram ao senador Jayme Campos (DEM) a chance de disputar o governo do Estado contra a situação liderada por PMDB-PT e o grupo oposicionista encabeçado por Pedro Taques (PDT).
À época, Jayme garantiu sua permanência ao lado de Taques. A composição da terceira via naquela época seria encabeçada por Campos, tendo o líder ruralista e presidente da Famato Rui Prado (PSD) como vice e Serys Shlessarenko (PTB) disputando uma vaga para voltar ao Senado.
Na atual composição, porém , Riva seria o candidato ao governo, o PTB indicaria o vice, e um outro partido grande de oposição ficaria com a vaga ao Senado.
Fonte Olhar Direto
Leia mais:
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Olhar direto
Da Redação - Ronaldo Pacheco
Pelo menos 30 prefeitos de oito partidos diferentes se reuniram com o
deputado estadual José Geraldo Riva (PSD), na Presidência da Assembleia
Legislativa, nesta quarta-feira (25/06), para solicitar que seja
candidato ao governo de Mato Grosso pela base aliada do governador
Silval Barbosa (PMDB). Riva vai consultar o vice-governador Chico Daltro
e a Executiva do PSD, em reunião esta noite, para responder ao
prefeitos e correligionários, antes de sexta-feira (27/06).
Presente à reunião, Daltro saiu pela tangente e disse que “acata
humildemente a decisão do PSD e o que for melhor para Mato Grosso”. Nos
últimos dias, ele fez duras críticas públicas à comissão suprapartidária
aliada, coordenada pelo ex-senador Márcio Lacerda (PMDB), pela condução
do processo de escolha do candidato a governador pela base
situacionista.
José Riva revelou possuir pareceres jurídicos que comprovam-no fora do
enquadramento a Lei Complementar 135/2010 (Ficha Lima), em condições de
concorrer ao pleito eleitoral, se quiser. “Há temos tenho alguns
pareceres em mãos, assegurando a minha seguridade jurídica. Pareceres
jurídicos que garantem minha elegibilidade. Porém, não estava decidido a
não ser candidato, jamais estudei isso a fundo. Somente agora vou
avaliar”, argumentou ele.
“Não tomei decisão. Uma andorinha sozinha não faz verão. Passei dois
anos desmobilizando as minhas bases e, agora, para reunificar em poucos
dias, é bem mais difícil”, emendou Riva.
O presidente da Associação dos Municípios (AMM), Valdecir Luiz Cole, o
‘Chiquinho do Posto’, afirmou que é um desejo de mais de 70% dos chefes
de Poder Executivo municipal ter José Riva na disputa para governador.
“É voz corrente em todos os pequenos e médios municípios”, completou
Chiquinho o Posto.
Também trataram sobre a urgência nos decretos de regulamentação do Fundo
de Transporte e Habitação (Fechab), repasses da saúde e liberação de
recursos da Secretaria de Estado as Cidades para os municípios, antes de
5 de julho.
Olhar Direto
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