Ele não aceita levar a culpa sozinho pelo esquema de lavagem de dinheiro descoberto pela Polícia Federal (PF), durante as investigações da Operação Ararath.
Jonas Jozino e Valdemir Roberto
Preso na Penitenciária da Papuda desde o mês passado e com habeas corpus negado para voltar a ter liberdade, o ex-secretário dos governos Blairo Maggi (PR) e Silval Barbosa (PMDB), promete acabar com a carreira política de muitos políticos de Mato Grosso e também com a credibilidade de várias empresas.
Reclamando que não vem tendo o apoio de seus ex-chefes e se dizendo entediado com a prisão, Eder Moraes promete que mais bombas vão cair no colo de muita gente em breve. Para isso, teria autorizado sua esposa, Laura Tereza Dias, a entregar na Procuradoria Geral da República vários documentos considerados comprometedores e que não foram achados pela Polícia Federal que esteve em seu escritório e em sua residência fazendo busca e apreensão.
Dizem que estes documentos, agora entregues na Procuradoria Geral da República acaba com a carreira de muita gente, inclusive no Judiciário e no Tribunal de Contas do Estado.
O dossiê, segundo amigos próximos de Eder Moraes seria uma retaliação a falta de apoio do ex-chefes Blairo Maggi e Silval Barbosa. Ele não aceita levar a culpa sozinho pelo esquema de lavagem de dinheiro descoberto pela Polícia Federal (PF), durante as investigações da Operação Ararath.
Antes mesmo de estourar a quinta fase da Ararath, que culminou com a sua prisão, Eder já havia ameaçado jogar 'farofa', para não dizer outra coisa, no ventilador de muita gente graúda, caso não fosse 'blindado' pelos pares para os quais, segundo a PF e o Ministério Público Federal, o ex-secretário capitaneava um esquema, que pode ter desviado centenas de milhões de reais dos cofres públicos de Mato Grosso.
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