O mensalão foi um esquema de compra de apoio político orquestrado durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ministros do STF rejeitam recursos de Genoino e Henry e reduz multa de Valério
Não estão aliviando para os condenados do mensalão. Nesta quarta, os
ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) disseram não aos dito cujos.
Ao julgarem embargos apresentados pelas defesas de três réus
condenados no esquema do mensalão, os magistrados rejeitaram os recursos
do ex-presidente do PT, deputado federal José Genoino (SP).
O parlamentar teve sua pena mantida em seis anos e 11 meses de
prisão, além de multa de R$ 468 mil pelos crimes de corrupção ativa e
formação de quadrilha.
Com exceção do ministro Ricardo Lewandowski, a única correção aceita
pelos magistrados foi a do nome do advogado do petista, que estava
errado no acórdão.
O Supremo manteve também a pena fixada ao publicitário mineiro Marcos
Valério, de 40 anos e quatro meses de prisão, mas acatou parcialmente
seu pedido de revisão da multa, que foi para R$ 3,06 milhões.
A Corte rejeitou ainda os embargos
apresentados pelo deputado Pedro Henry (PP-MT), que tentava reduzir sua
pena de sete anos. Segundo justificou o presidente Joaquim Barbosa,
acompanhado pelos demais ministros, todas as condenações foram apoiadas
em provas que constam nos autos.
Até o momento, o STF negou os embargos de 15 réus. O julgamento será retomado nesta quinta-feira (29).
Mensalão – O mensalão foi um esquema de compra de apoio
político orquestrado durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. Ocorrido no ano passado, o julgamento resultou na
condenação de 25 pessoas, entre elas do ex-ministro José Dirceu, braço
direito de Lula, do ex-presidente do PT José Genoino, do deputado
federal João Paulo Cunha (PT-SP) e do ex-tesoureiro petista Delúbio
Soares.
Informações do STF
Fonte Diário de Pernambuco
Fonte Diário de Pernambuco
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