Eles que viviam às porradas, nos palanques, pode ficar claro que foram mestres em iludir o eleitorado de MT
Júlio Campos, ex-governador e atual deputado federal pelo DEM, João
Arcanjo Ribeiro, o Comendador, condenado e preso em Campo Grande e Dante
de Oliveira, ex-governador, já falecido: MPF investiga esquema de Caixa
2 que envolveria desvio de recursos da Assembleia Legislativa para
campanhas eleitorais em Mato Grosso
Da pagina do Enock Cavalcanti
O inquérito do Ministério Público Federal que acaba de motivar a
quebra do sigilo bancário do ex-governador, conselheiro aposentado do
TCE e atual deputado federal Júlio Campos, lança luz sobre um verdadeiro
vespeiro da política de Mato Grosso. Um caso que, no interesse da
população, deveria merecer aprofundada investigação, seja por parte das
autoridades públicas (além do MPF, a Assembléia Legislativa, o Tribunal
de Contas e o MPE) seja por parte da sociedade civil organizada (MCCE,
Ong Moral, sindicatos, etc, etc) seja por parte dos veículos de
comunicação.
Vejam que o inquérito que está nas mãos do ministro Teori Zavascki
pode revelar um esquema que reuniria as turmas dos irmãos Júlio e Jayme
Campos, atuando em conjunto com a turma liderada pelo ex-governador
Dante de Oliveira (já falecido) e pelos caciques do PSDB, que governou
Mato Grosso de 1994 a 2002, operando um tremendo Caixa 2 com recursos
públicos que seriam desviados – e aí não deve haver muita surpresa – dos
cofres já tão dilapidados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso,
contando ainda com a espertize na movimentação do dinheiro do Comendador
Arcanjo e suas factorings, administradas, entre outros, por Nilson
Teixeira que foi gerente de Arcanjo durante muito anos e tudo indica que
fez um acordo de leniência com o MPF para ajudar nas investigações
Essa é a melodia. Isso é que se investiga. Me parece que se
estruturas de apuração jornalistica como as que existem numa TV Centro
América, num jornal e televisão Gazeta, e em alguns sites como Olhar
Direto, Midia News e RD News entrassem de cabeça nos desdobramentos
desta pauta, os cidadãos-eleitores-contribuintes de Mato Grosso
agradeceriam imensamente.
Esperar que a Assembleia Legislativa, controlada pelos caititus do
Riva, investigue esta história é ser muito otimista. Quanto ao Tribunal
de Contas, que tem o nome dos conselheiros Valter Albano e José Carlos
Novelli (ex-secretários de Dante de Oliveira) citados na história, seria
fundamental que contribuisse para esclarecer as possiveis
responsabilidades de seus atuais membros neste esquema.
O curioso é que em Mato Grosso, sempre se teve que as turmas do Júlio
e do Dante formavam grupos rivais, irreconciliáveis, sempre às turras
nos palanques, nas tribunas, na mídia. As atuais investigação podem
obrigar muita gente boa a abrir os olhos sobre os sordidos esquemas que
nossos políticos sabem armar, pelas costas de seus crédulos eleitores.
E, com absoluta falta de pudor, incluindo nessas articulações
surpreendentes o bicheiro João Arcanjo Ribeiro, atualmente cumprindo
pena em prisão de segurança máxima em Mato Grosso do Sul.
PARA SABER MAIS, ACESSE
http://paginadoenock.com.br/ministro-teori-zavascki-do-stf-atende-mpf-e-quebra-de-sigilo-bancario-de-julio-campos-e-sua-filha-consuelo-em-inquerito-que-aponta-ligacao-dos-dois-com-comendador-arcanjo-no-inquerito-nilson-teix/
Fonte Pagina do Enock Cavalcanti
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