Mais de 1,5 mil trabalhadores da educação estadual participaram do 1º Ato Público da categoria após o início da greve deflagrada na segunda-feira (12) por tempo indeterminado. A concentração de servidores de 50 municípios do interior e de Cuiabá ocorreu na Praça Alencastro, na Capital, de onde seguiram em passeata pelas avenidas Getúlio Vargas, Barão de Melgaço, Isaac Póvoas e Tenente Coronel Duarte (Prainha). Com faixas, bandeiras, cartazes e camisetas, questionavam “Qual será a marca do governo Silval Barbosa na Educação?”
Até o momento, cerca de 80% das escolas aderiram ao movimento e a expectativa do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) é o aumento da adesão, por meio da conscientização dos servidores que ainda tentam “furar” a greve.
Durante a concentração na praça foram distribuídos panfletos para explicar à sociedade os motivos de mais uma paralisação na área da educação. A professora de Cáceres, Lúcia Gonçalves, frisa que o setor sofre com descaso e desvalorização há vários anos, com a situação cada vez mais agravada.
A sindicalista destaca que fez questão de mobilizar os colegas do interior para participar do ato na Capital para mostrar ao governo do Estado que esta não é uma greve dos trabalhadores de Cuiabá e sim de todo Mato Grosso. “A insatisfação é nítida em todo o Estado e o governador precisa entender isso. A nossa insatisfação é do tamanho extra G. Estamos cansados de promessas e poucas ações”.
Presidente do Sintep-MT, Henrique Lopes destaca que as reivindicações são feitas à Secretaria de Estado de Educação desde abril de 2012 e, desde então, o governo se limita a criar grupos de estudos. “Quando sentamos para negociar com o governador e a única proposta era a criação de mais uma comissão, entendemos que o governo não tem o que oferecer para os trabalhadores e a greve foi deflagrada”.
Durante o manifesto, professores e administrativos escreveram em um quadro qual a visão que têm do compromisso da atual gestão com a educação. Palavras como descaso, sucateamento, desprezo, depressão, abandono, corrupção e indiferença fizeram parte do repertório. Conforme o Sintep-MT, o quadro será entregue aos gestores estaduais para que não se esqueçam a marca que deixaram para a sociedade de Mato Grosso.
OUTRO LADO
Assessora Especial da Seduc, Rosa Neide Almeida diz que na manhã de hoje será realizada uma reunião para analisar o número de escolas paradas e fazer um balanço da greve e continuam aguardando o Sintep para negociar.
Gastos com buffet viram cena de sátira e crítica
Da Radação
Servidores da educação de Primavera do Leste (231km ao sul de Cuiabá) usaram a irreverência para criticar o contrato de R$ 7,7 milhões firmado entre a Seduc e empresas de serviços de buffet, que serviram almoço, lanches e jantares em eventos da pasta. No cardápio contava alimentos refinados como o salmão.
Esta foi a deixa para o diretor do Sintep da subsede de Primavera, Edivaldo José, para reunir colegas e satirizar o fato, sem deixar de lado a crítica. Vestido de terno e com faixa de Secretário e Educação, o vigia Renato Moraes representou o gestor da pasta e levava uma bandeja com a imagem de um salmão. Outros colegas seguiam ao lado oferecendo bolacha água e sal a quem passava.
Edivaldo destaca que a bolacha representa o principal alimento da merenda oferecida nas escolas para alunos e funcionários. Esta é uma jogada para mostrar que estamos no interior, mas atentos ao que acontece no governo. Queremos investigação do caso. Essa merenda com salmão nunca foi vista por nenhum professor, isso não faz parte da nossa realidade”.
O sindicalista destaca que embora a economia de Primavera do Leste seja privilegiada, os investimentos na educação não acompanham esta realidade. “Assim como em todo Estado vivemos uma situação precária”.
REIVINDICAÇÕES
Pauta da categoria tem 7 itens. Entre eles, comprometimento do governo para assegurar em lei a política de dobrar o poder de compra da categoria, integralização do piso salarial ainda em 2013, garantia de percentual de hora atividade para contratados, data de chamamento dos concursados, novo concurso, aplicação de 35% da verba na educação. (RF)
Fonte: Jornal A Gazeta
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GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO
RESPOSTA EVAZIVA DO GOVERNO EMPURRA PARA GREVE OS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO
Por Gilson Romeu*
Por Gilson Romeu*
Aos históricos reclames da categoria pela valorização salarial, extensão de hora-atividade aos professores contratados, nomeação e posse dos classificados no último concurso público, o governo acena sempre com a proposta de constituição de comissão de trabalho, uma antiga prática ilusionista das velhas raposas da política brasileira. Estratégia pensada para sensibilizar positivamente a sociedade e dificultar a mobilização dos trabalhadores.
Em assembleia geral realizada no dia 5 de agosto, professores e funcionários das escolas públicas estaduais rechaçaram a mentira artificiosa da comissão de trabalho por entender ser o estado economicamente auto suficiente para executar o pleito da categoria. Para tanto, basta o governo estancar a sangria dos recursos públicos que comprometem o bom desempenho da educação em Mato Grosso. Somente em 2013, o governo deve desviar através de renúncia fiscal mais de um bilhão e meio de reais, prejudicando a educação e beneficiando 300 grandes empresas privadas.
O Sintep/MT apurou ainda que entre 2009/2010 foram desviados da rubrica de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino mais de duzentos milhões, e entre 2004/2010, trezentos milhões do Imposto de Renda Retido na Fonte.
Nos próximos dez meses, quase oito milhões de reais serão empenhados pelo Secretário Ságuas para aquisição de refeições que irão deleitar com salmão e mariscos o paladar de alguns privilegiados glutões.
Este danoso hábito de dilapidação do dinheiro público por parte do governo desqualifica a educação ofertada pelo Estado, sucateia as escolas públicas e compromete o futuro de milhares de jovens e crianças que estão matriculados nas nossas unidades de ensino. Motivos que impulsionam os trabalhadores da educação e a sociedade na luta em defesa e promoção da escola pública.
*Gilson Romeu é Diretor de Formação Sindical do Sintep da Subsede de Cuiabá
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Assessoria imprensa Sintep/MT
Os trabalhadores da educação da rede estadual de ensino de Mato Grosso tomaram as ruas de Cuiabá no 1º ato público do movimento grevista. A participação da categoria superou as expectativas do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) e comprovou a indignação com o atual governo Silval Barbosa (PMDB). Mais de 2 mil trabalhadores ergueram as bandeiras e reforçaram a greve por tempo indeterminado.
Dezoito caravanas do interior do Estado, junto com grupos dos municípios da Baixada Cuiabana fortaleceram o 1º ato público da greve iniciada segunda-feira (12). Mais de 50 municípios estiveram representados pelas regionais e subsedes do Sintep/MT e coloriram a praça Alencastro no início da tarde desta terça-feira (13).
Com bandeiras, faixas e protestos organizados, os trabalhadores apresentaram a força da categoria no início do movimento grevista e prometeram a persistência para continuar nela. Uma caminhada pelo Centro da Capital contou com apoio da sociedade que recebeu panfletos dos trabalhadores sobre as motivações da greve.
Enquanto o governo estadual não encaminhar uma proposta satisfatória ao Sintep/MT os trabalhadores continuarão em greve. O presidente Henrique Lopes do Nascimento lembrou ser condição para que os trabalhadores retornem ao trabalho a fixação de datas por escrito para atender as reivindicações da categoria. Entre elas, está a dobra do poder de compra dos trabalhadores em um período de até 7 anos, valorizando desta forma os profissionais.
Henrique destacou a necessidade de apresentar a data para convocação do restante dos classificados e a abertura de vagas em concurso público. Além disso, os problemas da não oferta da hora-atividade aos trabalhadores contratados precisa ser mudada, segundo os educadores. A maioria dos problemas ocorre por falta de autonomia da pasta da educação, que tem interferência de outros setores de governo.
"Em fevereiro desse ano seria dado posse aos classificados, mas o secretário de administração não se manifestou". Neste cenário, a não aplicação dos 35% da educação na educação é vista com um dos grandes entraves que a categoria tem para avançar. Para Henrique, se a Constituição Estadual fosse respeitada os investimentos seriam suficientes para atender a pauta de reivindicações dos trabalhadores da rede estadual de ensino e prestar serviço de educação de qualidade à sociedade.
Greve
A adesão à greve supera os 80% na Baixada Cuiabana e os educadores retornam para casa com o dever de suspender as atividades em todas as unidades escolares. Desde que a greve foi anunciada após a decisão em assembleia geral no dia 5 de agosto o governo tem ignorado o posicionamento da categoria e se negado a negociar. Os trabalhadores que estiveram na rua hoje em Cuiabá estão com o dever de reunir os demais educadores que se recusam a aderir à greve. Além da pauta dos trabalhadores, que está emperrada no governo estadual desde 2012, o dossiê das escolas apresentado em maio desse ano aos órgãos públicos não teve retorno. O governo do Estado e Assembleia Legislativa desconsideraram o material apresentado pelo Sintep/MT onde contém denúncias de péssimas condições de infraestrutura nas escolas da rede estadual de ensino. Durante o ato público na praça Alencastro os educadores ainda se manifestaram escrevendo em uma lousa. Com a pergunta: "Qual a marca do governo Silval na educação?" os manifestantes expuseram a indignação perante a política de estado que prioriza os incentivos fiscais ao invés do investimento concreto em educação.
Agenda
Como deliberado na assembleia geral que deflagrou a greve, a assembleia geral Permanente é a possibilidade de convocação para reunião a qualquer momento tendo em vista propostas de negociações por parte do governo. Como não há expectativa inicial de negociação com o governo, diversas ações estão sendo indicadas pela direção central para realização de atos nos municípios. A direção marcou para o dia 26 de agosto a 1ª assembleia da categoria após o início da greve. Ela será realizada na Escola Estadual Presidente Médici em Cuiabá às 14h. Caso haja avanço das negociações, as datas apontadas poderão ser antecipadas. Até à data as subsedes do Sintep/MT irão organizar atos públicos e ocupações nas assessorias pedagógicas espalhadas no Estado e reforçar a pauta de reivindicações.
Foto: Jocil Serra
Fonte Sintep MT
Em assembleia geral realizada no dia 5 de agosto, professores e funcionários das escolas públicas estaduais rechaçaram a mentira artificiosa da comissão de trabalho por entender ser o estado economicamente auto suficiente para executar o pleito da categoria. Para tanto, basta o governo estancar a sangria dos recursos públicos que comprometem o bom desempenho da educação em Mato Grosso. Somente em 2013, o governo deve desviar através de renúncia fiscal mais de um bilhão e meio de reais, prejudicando a educação e beneficiando 300 grandes empresas privadas.
O Sintep/MT apurou ainda que entre 2009/2010 foram desviados da rubrica de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino mais de duzentos milhões, e entre 2004/2010, trezentos milhões do Imposto de Renda Retido na Fonte.
Nos próximos dez meses, quase oito milhões de reais serão empenhados pelo Secretário Ságuas para aquisição de refeições que irão deleitar com salmão e mariscos o paladar de alguns privilegiados glutões.
Este danoso hábito de dilapidação do dinheiro público por parte do governo desqualifica a educação ofertada pelo Estado, sucateia as escolas públicas e compromete o futuro de milhares de jovens e crianças que estão matriculados nas nossas unidades de ensino. Motivos que impulsionam os trabalhadores da educação e a sociedade na luta em defesa e promoção da escola pública.
*Gilson Romeu é Diretor de Formação Sindical do Sintep da Subsede de Cuiabá
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Gilson e Helena querem Ságuas, médico, nos rincões de MT
Uma salutar idéia
Por Gilson Romeu e Helena Bortolo
Com polêmicos debates, vaias e apupos,
os profissionais da educação da rede estadual de ensino decidiram, em
Assembleia Geral, no dia 5 de agosto, paralisar as suas atividades por
tempo indeterminado, a partir desta semana. O dilatado vácuo para o
início da greve geral visa cumprir o rito exigido pela Justiça do
Trabalho.
Além da valorização salarial, os
professores e funcionários reivindicam a imediata nomeação e posse dos
classificados no último concurso público, extensão de hora-atividade aos
professores contratados e a ampliação dos recursos de acordo com o
estabelecido na Constituição Estadual.
De forma paradoxal e desprovido de
qualquer senso de pudor, mas reafirmando sempre o “compromisso com a
educação de qualidade”, o governador respondeu de forma evasiva a pauta
de reivindicação dos educadores, sem se comprometer com nenhum dos
pontos acima elencados, respaldando-se na velha cantilena governamental
da carência de recursos financeiros.
Parece que os ecos das manifestações de
rua não foram suficientes para sensibilizar os moucos ouvidos do
governador mato-grossense. Enquanto a sociedade clama por melhorias na
educação, torrentes de recursos públicos continuam sendo drenados para o
ralo da corrupção e do desperdício. Com a palavra, o Tribunal de Contas
do Estado, que, ao rejeitar as contas do Secretário Ságuas Moraes,
apontou inúmeras irregularidades como o pagamento sem contratos,
licitações viciadas e aumento de aditivo em desacordo com a legislação.
De acordo com o relator, as irregularidades estão relacionadas com o mal
emprego dos recursos públicos.
No exato momento em que professores e
funcionários das escolas decidiam os rumos da atual campanha salarial da
categoria, o edifício da Secretaria Estadual de Educação era abalado
por mais um desatinado escândalo financeiro envolvendo o titular da
pasta Ságuas Moraes. O Diário Oficial que circulou no dia 5 do mês
corrente registra a celebração de um contrato entre a Seduc e os buffets
Ana Paula Farias Alves e Laice Pereira da Silva no valor de R$7,7
milhões para o fornecimento de quase 500 mil refeições no prazo de um
ano. No cardápio que vai deleitar o paladar de alguns privilegiados
glutões constam excentricidades como salmão ao molho tártaro e salada de
mariscos.
Diante de tamanha orgia com o dinheiro
público, não temos nenhum constrangimento em pressupor que o Dr. Ságuas
será socialmente mais útil se participar do Programa Federal Mais
Médicos, salvando vidas nos extremados rincões de Mato Grosso. Eis aí,
uma idéia salutar e humanitária.
Gilson Romeu e Helena Bortolo são Diretores do Sintep Subsede de Cuiabá
Saiba mais:
Educadores de MT tomam as ruas de Cuiabá no 1º ato público da greve
Saiba mais:
Educadores de MT tomam as ruas de Cuiabá no 1º ato público da greve
Manifestação foi realizada com uma caminhada no Centro da Capital
Assessoria imprensa Sintep/MT
Os trabalhadores da educação da rede estadual de ensino de Mato Grosso tomaram as ruas de Cuiabá no 1º ato público do movimento grevista. A participação da categoria superou as expectativas do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) e comprovou a indignação com o atual governo Silval Barbosa (PMDB). Mais de 2 mil trabalhadores ergueram as bandeiras e reforçaram a greve por tempo indeterminado.
Dezoito caravanas do interior do Estado, junto com grupos dos municípios da Baixada Cuiabana fortaleceram o 1º ato público da greve iniciada segunda-feira (12). Mais de 50 municípios estiveram representados pelas regionais e subsedes do Sintep/MT e coloriram a praça Alencastro no início da tarde desta terça-feira (13).
Com bandeiras, faixas e protestos organizados, os trabalhadores apresentaram a força da categoria no início do movimento grevista e prometeram a persistência para continuar nela. Uma caminhada pelo Centro da Capital contou com apoio da sociedade que recebeu panfletos dos trabalhadores sobre as motivações da greve.
Enquanto o governo estadual não encaminhar uma proposta satisfatória ao Sintep/MT os trabalhadores continuarão em greve. O presidente Henrique Lopes do Nascimento lembrou ser condição para que os trabalhadores retornem ao trabalho a fixação de datas por escrito para atender as reivindicações da categoria. Entre elas, está a dobra do poder de compra dos trabalhadores em um período de até 7 anos, valorizando desta forma os profissionais.
Henrique destacou a necessidade de apresentar a data para convocação do restante dos classificados e a abertura de vagas em concurso público. Além disso, os problemas da não oferta da hora-atividade aos trabalhadores contratados precisa ser mudada, segundo os educadores. A maioria dos problemas ocorre por falta de autonomia da pasta da educação, que tem interferência de outros setores de governo.
"Em fevereiro desse ano seria dado posse aos classificados, mas o secretário de administração não se manifestou". Neste cenário, a não aplicação dos 35% da educação na educação é vista com um dos grandes entraves que a categoria tem para avançar. Para Henrique, se a Constituição Estadual fosse respeitada os investimentos seriam suficientes para atender a pauta de reivindicações dos trabalhadores da rede estadual de ensino e prestar serviço de educação de qualidade à sociedade.
Greve
A adesão à greve supera os 80% na Baixada Cuiabana e os educadores retornam para casa com o dever de suspender as atividades em todas as unidades escolares. Desde que a greve foi anunciada após a decisão em assembleia geral no dia 5 de agosto o governo tem ignorado o posicionamento da categoria e se negado a negociar. Os trabalhadores que estiveram na rua hoje em Cuiabá estão com o dever de reunir os demais educadores que se recusam a aderir à greve. Além da pauta dos trabalhadores, que está emperrada no governo estadual desde 2012, o dossiê das escolas apresentado em maio desse ano aos órgãos públicos não teve retorno. O governo do Estado e Assembleia Legislativa desconsideraram o material apresentado pelo Sintep/MT onde contém denúncias de péssimas condições de infraestrutura nas escolas da rede estadual de ensino. Durante o ato público na praça Alencastro os educadores ainda se manifestaram escrevendo em uma lousa. Com a pergunta: "Qual a marca do governo Silval na educação?" os manifestantes expuseram a indignação perante a política de estado que prioriza os incentivos fiscais ao invés do investimento concreto em educação.
Agenda
Como deliberado na assembleia geral que deflagrou a greve, a assembleia geral Permanente é a possibilidade de convocação para reunião a qualquer momento tendo em vista propostas de negociações por parte do governo. Como não há expectativa inicial de negociação com o governo, diversas ações estão sendo indicadas pela direção central para realização de atos nos municípios. A direção marcou para o dia 26 de agosto a 1ª assembleia da categoria após o início da greve. Ela será realizada na Escola Estadual Presidente Médici em Cuiabá às 14h. Caso haja avanço das negociações, as datas apontadas poderão ser antecipadas. Até à data as subsedes do Sintep/MT irão organizar atos públicos e ocupações nas assessorias pedagógicas espalhadas no Estado e reforçar a pauta de reivindicações.
Foto: Jocil Serra
Fonte Sintep MT
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